Espiritualidade e Psicoterapia

O interesse sobre a espiritualidade e a religiosidade sempre existiu no curso da história humana, em diferentes épocas ou culturas. De acordo com as estatísticas do World Values Survey, a massiva maioria da população mundial acredita na existência do espírito e sua sobrevivência após a morte.

Uma pesquisa conduzida em 2007 pelo Datafolha mostrou que apenas 1% da população brasileira não acredita na existência de Deus, 21% não acreditam em vida após a morte e 44% não acreditam em reencarnação.

A prevalência de práticas espirituais e religiosas é expressiva; apenas 7,3% da população não tem religião. O conjunto dos dados demográficos justifica a pertinência das psicoterapias em dedicar especial atenção a esse tema.

Crenças e práticas espirituais-religiosas constituem uma parte importante da cultura e dos princípios utilizados para dar forma a julgamentos e ao processamento de informações. Vários estudos demonstram que o conhecimento e a valorização dos sistemas de crenças dos clientes colaboram com a aderência do indivíduo à psicoterapia e, também, melhores resultados das intervenções.

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